terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Filme acusado de atacar a igreja católica é criticado


A atriz Eva Green (foto) saiu em defesa do filme "A Bússula de Ouro". A atriz, que foi a Bond Girl no último filme de 007, diz que a acusação de que o longa-metragem ataca o catolicismo é "muito barulho por nada".O filme, que também tem Nicole Kidmanbuscar no elenco, traz uma mensagem hostil às Sagradas Escrituras, de acordo com grupos conservadores religiosos.

Eva insiste que Philip Pullman, autor da trilogia da qual o filme faz parte, é moralmente sadio, apesar de fazer críticas à Igreja católica Romana.
"Estou surpresa pelo fato de as pessoas estarem tão chateadas. Estão fazendo muito barulho por nada. Nos regimes passados da Rússia e da China, todos controlavam crenças. Isso é mais sobre liberdade de expressão e destino", defende Eva.

"A Bússola de Ouro" conta a história de uma menina em um mundo tomado pela luta entre o bem e o mal.

Com informações da agência "Wenn".

Fonte EGO(UOL)

Kaká sobre os bispos da Igreja Renascer que estão presos: "Eles sempre foram boas pessoas"

O jogador Kaka, que vai ser pai – sua mulher Caroline Celico está grávida de dois meses e meio- e que acaba de ganhar o troféu Bola de Ouro pela France Football como o melhor jogador do ano da Europa, deu uma entrevista à revista Gloss deste mês.
À publicação, o atleta, que é seguidor da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, cujos fundadores Estevam e Sonia Hernandes foram presos no início de janeiro deste ano em Miami ao entrarem nos Estados Unidos com dinheiro não declarado, - U$ 56 mil-, defende o casal:
“Sou radical em relação ao que acredito. Apesar de tudo, continuo membro da Renascer. Conheço os bispos (Estevam e Sonia) e, para mim, eles sempre foram boas pessoas”, acredita Kaká.
Há um ano, Estevam e Sonia tiveram sua prisão decretada pela Justiça no Brasil. No processo, o casal e mais três sócios foram denunciados por transformar a Renascer e as dez empresas do grupo numa organização criminosa. Eles são acusados de desvio e lavagem do dinheiro arrecadado nos cultos e de praticar uma série de golpes contra os fiéis.

AMOR PELA BÍBLIA E SEXO SÓ APÓS CASAR

Polêmicas à parte, o meio-campo do Milan falou também sobre o amor que tem pela Bíblia:

“Tenho várias Bíblias em diversas línguas: japonês, inglês, chinês, francês... Elas ficam espalhadas pela casa, dentro do carro, no centro de treinamento do Milan...”

Ter casado virgem com Caroline, foi uma opção dele, assegura Kaká. O brasileiro garante que ninguém o obrigou a não ter relação sexual antes do casamento. “Minha escolha foi pessoal. Questão de princípios, Queria me reservar. O sexo é tão sublime que deve ser guardado para um momento e uma mulher especiais”.

Fonte: EGO (UOL) para revista Gloss

Rei saudita perdoa vítima de estupro condenada a chibatadas e prisão

DUBAI (AFP) - O rei Abdullah, da Arábia Saudita, decidiu indultar uma jovem vítima de estupro coletivo que havia sido condenada a seis meses de prisão e a 200 chicotadas, colocando um ponto final em um assunto incômodo para o reino, que provocou a indignação do Ocidente.A informação foi publicada pelo jornal saudita Al-Jazeera e não houve confirmação oficial do perdão, que teria acontecido por ocasião da peregrinação anual à Meca, data especial para os muçulmanos.No entanto, não há dúvidas de que a informação é correta, já que nenhum jornal seria permitido publicar algo assim referente ao rei, principalmente sobre um assunto tão delicado, sem a aprovação das autoridades competentes.Além disso, sem confirmar o perdão, o ministro da Justiça, Abddulah Al-Sheikh, declarou ao mesmo jornal que o rei tinha "direito de anular as decisões judiciais que considere oportunas se for pelo bem geral"
A sentença contra a jovem de 19 anos motivou muitas críticas internacionais, desde organizações de defesa dos direitos humanos até a Casa Branca.A mulher, que não teve a identidade revelada, foi violentada por sete homens. Ela foi condenada, em outubro de 2006, a 90 chicotadas por ter sido encontrada em um automóvel na companhia de um "desconhecido".A Arábia Saudita, que tem em seu território os principais locais sagrados do Islã, é regida pelos princípios do wahhabismo, uma interpretação muito rígida da religião e da lei islâmica, a sharia, que impõe, entre outras coisas, a separação total dos sexos.Assim, uma mulher não tem o direito de estar acompanhada por um homem que não seja um parente próximo, como o avô, pai, tio, marido, filho ou irmão.Os agressores da jovem, que a estupraram depois que a encontraram dentro de um carro com um homem que não pertencia a este círculo restrito, foram condenados a penas de entre um e cinco anos de prisão.Um ano depois do julgamento, no dia 14 de novembro, a condenação da vítima foi revisada e a jovem passou a ser sentenciada a 200 chicotadas e a seis meses de prisão.O tribunal também elevou as penas dos criminosos, que variam entre dois e nove anos de prisão.Além das críticas de várias organizações, o presidente americano George W. Bush declarou no início do mês que estava irritado por ver como um país não ficava do lado da vítima de um estupro.A polêmica causada por esse assunto prejudicou claramente a reputação do país. Um funcionário saudita, que não quis ser identificado, considerou que o veredicto do tribunal provocou grandes divisões no país e, inclusive, os especialistas em sharia estavam em desacordo.

Fonte: Yahoo news

domingo, 9 de dezembro de 2007

Culto Evangelístico - Adultos

Pregação: Pastor Marco Antônio

Culto Evangelístico - Presentes


Cada criança recebeu um presente e um saquinho com doces, ao final do trabalho.

Culto Evangelístico - Pregação Pr. M. Antônio

Culto Evangelísto no Embú das Artes para mais de 130 pessoas sendo 100 somente crianças.

Culto Evangelístico - Louvor - Samir


Culto Evangelístico - Teatro - Débora e Vina


Culto Evangelístico - Teatro - Loide e Águida


Culto Evangelístico - Teatro


Culto Evangelístico - Teatro - Louvor


Culto Evangelístico - Equipe de apoio na Cozinha


Culto Evangelístico - Hora do Lanche


Ataques em igrejas matam duas pessoas nos Estados Unidos

Polícia investiga relação entre os dois atentados no estado do Colorado. Pelo menos seis pessoas estão internadas; intervalo entre os tiroteios foi de 12 horas.

Em um período de 12 horas, dois atentados em centros religiosos no estado do Colorado (Estados Unidos) mataram duas pessoas e feriram pelo menos seis. A polícia procura suspeitos e investiga se há relação entre os atentados.
Na noite de sábado (8), um homem invadiu o centro Jovens Com Uma Missão, em Boulder, matou duas pessoas e feriu outras duas, fugindo em seguida. Doze horas depois, em Colorado Springs, a cerca de 100 quilômetros de distância, um homem disparou contra religiosos do lado de fora da igreja New Life. Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas. A New Life tem cerca de 10 mil membros.
A polícia localizou um homem suspeito de agir no segundo ataque, mas desconhece os motivos do atentado. Rob Brendle, um dos pastores da igreja New Life, disse à rede CNN que o atirador foi morto, mas as autoridades negam. Segundo a polícia, os tiros aconteceram do lado de fora da igreja, no início da tarde.
Os ataques ocorrem quatro dias após um jovem abrir fogo em um shopping do vizinho estado de Nebraska, matando oito pessoas antes de cometer suicídio.
Jovens com uma missão
Segundo Peter Warren, diretor do centro "Youth with a mission" ("Jovens com uma missão), o homem responsável pelo primeiro ataque procurava abrigo para passar a noite. Ao ter sua hospedagem negada, invadiu o dormitório do centro por volta da meia-noite e disparou. Tiffany Johnson, 26 anos, e Philip Crouse, 23 anos, morreram no hospital. Outros dois jovens, de 20 anos de idade, foram atingidos e estão internados - um deles em estado grave. Todos eles eram monitores do centro. O atirador, que fugiu andando, foi descrito como um homem branco de cerca de 20 anos - ele vestia jaqueta e capuz, segundo testemunhas. Depois do ataque, 45 pessoas foram transferidas do centro e a polícia inicou as buscas.
Darv Smith, diretor do centro "Yout with a mission", disse que o treinamento envolve 12 semanas de cursos que preparam os discípulos para serem missionários. Segundo ele, o público varia de crianças de 12 até senhores de 70 anos. Darv diz que o centro, fundado em 1960, tem mais de 1.000 representações no país, com 16 mil monitores. A unidade de Boulder, fundada em 1984, treina cerca de 300 pessoas por ano.
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Fonte:G1

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Evangélicos passam de 30% da população em São Luís do Maranhão

Uma pesquisa do instituto Escutec, divulgada pelo jornal O Estado do Maranhão em 2 de dezembro, constatou que dos 97% dos ludovicenses (os que nascem em São Luís) que têm uma religião, "os evangélicos das diversas tendências (tradicionais e pentecostais) somam 35%". Apesar da maioria de católicos, o relatório apontou uma "tendência de crescimento do universo dos evangélicos". Dizem os pesquisadores: "A pesquisa apurou que é real o movimento de pessoas de uma igreja para a outra, chegando a mais de 21% o percentual das que admitem já ter mudado de religião, e é aí que se verifica a tendência de crescimento das igrejas evangélicas, pois quase todas as trocas de religiões registradas são no sentido delas. Dos que largam suas crenças de origem, praticamente 80% eram católicos que procuraram uma das tendências do protestantismo". Segundo o estudo, "menos de 3% da população de São Luís é formada por pessoas que não seguem nenhum credo religioso. Outra constatação é a de que as pessoas se dividem quanto ao fato dos líderes das igrejas tomarem partido político, mas é mínima a parcela dos fiéis que se dizem seguidores dos seus chefes espirituais quando o assunto é o voto". A pesquisa Escutec/O Estado ouviu 411 pessoas, entre terça-feira e quarta-feira da semana anterior à divulgação, "sobre o comportamento religioso do morador da capital maranhense" e afirma que, além dos evangélicos, "os católicos formam 60,4% da população, enquanto os espíritas aparecem com 1,5%, os umbandistas com 0,2% e os que seguem outros credos totalizam 1,2%". Outras informações relatadas pelos pesquisadores em matéria do jornal maranhense: "Praticamente 93% dos que se dizem seguidores de uma religião afirmam que não fazem nenhuma restrição a praticante de um outro credo que não seja o seu." "A freqüência dos ludovicenses nas igrejas registra percentuais do comportamento católico que predomina com a tradição de ir à missa apenas aos domingos. Eles estão representados pelos 53,1% dos entrevistados, que afirmaram freqüentar a igreja apenas uma vez por semana. Mas a soma dos que vão mais de uma vez por semana ao seu templo religioso chega a 32,7% - 15,2% disseram que vão duas vezes, 11,2% três vezes, 4,9% quatro vezes e 1,4% freqüenta a igreja cinco vezes ou mais - ou seja, quase os 35% de evangélicos identificados pela pesquisa em meio à população de São Luís. Ainda assim, 12,5% afirmaram não ir à igreja nenhuma vez." "Sobre o envolvimento dos chefes das igrejas com a política partidária, 41,6% dos fiéis dizem que não se importam com isso e acham até que é legítimo cada um tomar uma posição e propagá-la, mas só 18,6% dizem que seguem o seu chefe de igreja na hora do voto, ou seja, a proporção de validade de apoio de um padre ou pastor é de menos de um voto para cada grupo de 5 eleitores ligados a uma organização religiosa." "A maioria quer ver as duas instituições, política e igreja, separadas. Isso se verifica quando 54% das pessoas que se dizem religiosas condenam o fato do seu líder adotar uma posição político-partidária. Mais ainda quando 76,3% dos fiéis de diferentes credos religiosos dizem que não seguem o voto do seu líder." Sobre o dízimo, "o que se vê é que nem a fatia que seria das igrejas evangélicas emplaca os 10% sobre aquilo que se ganha durante um mês. Contribuições de 6 a 10% são de apenas 22% da população e, acima disso, de apenas 2,7%. A maior fatia, de 38,1%, é das pessoas que dão de 1 a 5% do que ganham, e mais de 36% confessam que não dão nada para a igreja."

Fonte: Agência Soma

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Santo distribuído por celular cria polêmica na Itália

Igreja Católica reprova novo serviço de venda 'santinhos' para celulares, a R$ 8 cada imagem

ROMA - Se você é um católico em busca da proteção de algum santo, não precisa mais carregar o "santinho" na carteira. É possível levar a imagem no seu celular. Uma empresa italiana começou a oferecer o serviço nesta terça-feira, 4, mas enfrenta resistência de líderes da Igreja Católica que consideram a idéia comercial e de mau gosto.
"Nós encontramos uma demanda e estamos oferecendo o serviço", diz Barbara Labate, cuja empresa fica na cidade de Milão. Táxis, carros particulares e caminhões na Itália geralmente têm adesivos de santos colados no pára-brisa. Milhões de italianos carregam "santinhos" de papel em suas carteiras ou bolsas.
"Só estamos acompanhando os tempos modernos. Esse serviço vai atender tanto aos jovens quanto às vovós", disse Labate.
A empresa inaugurou o serviço oferecendo 15 santos, e Labate diz que o catálogo do site Santiprotettori.com vai aumentar. O cliente pode fazer o download pelo celular ao preço de 3 euros (R$ 8), enviando uma mensagem de texto.
Quase toda loja na região do Vaticano vende "santinhos" de papel, mas nem todos na Igreja Católica aprovam a união entre celulares e santos. "É um verdadeiro mau gosto", afirmou o bispo Lucio Soravito de Franceschi ao jornal La Stampa. "É a distorção das coisas sagradas. Vender 'santinhos' para celulares é terrível."
Mas Labate relembra que sua mãe lhe dava "santinhos" para que ela carregasse consigo em viagens, e rebate as críticas. “Nós estamos simplesmente oferecendo um serviço aos fiéis. Estamos fazendo tudo com o máximo respeito, dignidade e profissionalismo para os religiosos”, disse.
Um dos santos do catálogo é São Cristóvão, protetor dos viajantes. Outros populares são Santa Luzia, protetora da visão, e Santo Pio de Petralcina, monge do século 20 que supostamente teria as cicatrizes de Jesus Cristo.

Barbara Labate já estuda quais os possíveis "futuros santos" do serviço. Os Papas João Paulo II e Bento XVI estão na lista.
Jesus e Maria já estão à venda.

Fonte: da Reuters

Chega a Londres professora presa por chamar ursinho de Maomé

Londres, 4 dez (EFE).- A professora Gillian Gibbons, que passou oito dias detida no Sudão por permitir que seus alunos pusessem o nome de Maomé num urso de pelúcia, chegou hoje a Londres após ser indultada pelo presidente sudanês, Omar al-Bashir.
Segundo a imprensa britânica, a professora chegou ao aeroporto de Heathrow por volta das 5h (de Brasília).
Gibbons, de 54 anos, foi indultada depois de dois parlamentares britânicos muçulmanos se reunirem com o presidente sudanês para solicitar a sua libertação. O trabalhista Nazir Ahmed e a baronesa Sayeeda Hussain Warsi, conservadora, ambos membros da Câmara dos Lordes, foram a Cartum para se reunir com Bashir.
A professora foi detida por deixar que seus alunos, de 6 e 7 anos, dessem o nome Maomé a um brinquedo. Ela foi acusada de ofender a religião e incitar ao ódio, e condenada a 15 dias de prisão.
O ministro de Relações Exteriores britânico, David Miliband, convocou em duas ocasiões o embaixador sudanês em Londres, Omer Mohammed Ahmed Siddig, para protestar e exigir a libertação de Gibbons, nascida em Liverpool.
Miliband afirmou que a professora cometeu um "erro inocente" e manifestou sua esperança de que o "bom senso" pudesse prevalecer.
Após o indulto, a professora lamentou as ofensas causadas e afirmou que tem um grande respeito pelo Islã.

Fonte: UOL News

Professora é indultada e deixa o Sudão

O governo do Sudão indultou ontem a professora britânica Gillian Gibbons, 54, condenada na semana passada a 15 dias de prisão por suposta ofensa ao islamismo. Ela já deixou o país na madrugada de hoje, em vôo para Londres.
Gibbons, que desde agosto lecionava numa das mais exclusivas escolas particulares locais, permitiu que seus alunos de sete anos batizassem de Maomé -prenome do profeta do islã- um urso de pelúcia. Denunciada, foi presa no dia 25 e condenada com base na lei islâmica.
Ela estava sujeita a uma pena de até seis meses e mais 40 chibatadas.
Para indultá-la, Londres mobilizou dois parlamentares muçulmanos, o barão Nazir Ahmed, trabalhista, e a baronesa Sayida Hussain Warsi, do Partido Conservador.

Fonte: Folha on line